Publicidad:
Terra
La Coctelera

AS MUITAS FACES DO AMOR DE VERA SALBEGO

 

 

 

AMOR REAL

 

No interior do Rio Grande do Sul, precisamente em Alegrete havia duas adolescentes, que começavam a frequentar a casa uma da outra, pois se conheciam desde a Escola Primária.

Luiza e Bia passeavam juntas, e como moravam no interior não tinha muitas opção de passeios, então iam aos parques, e cinemas. As duas gostavam de estar juntas .

Os dias iam passando, e a vida também. Luiza tinha uma cachorrinha, e gostava muito dela. Iam ao parque e caminhavam pelas largas avenidas daquele belo lugar. Conversavam muito sobre vários assuntos e percebiam a afinidade que tinham uma com a outra.( aqui ficou uma dúvida: Luiza ia ao parque com a cachorrinha e conversava com ela? Ou a amiga estava junto com a cachorrinha e a luiza?) Passados os dias, aparece um rapaz loiro, de olhos claros querendo namorar Luiza .

Luiza ainda não tinha decidido ter namorado e foi levando Paulo até onde pode. Até que um dia chegando em sua casa vê que alguém esta falando com seus pais. Era Paulo! Estava pedindo permissão para namorar com ela. Luiza ficou quieta, pensativa, e percebendo, que esta entrando num beco sem saída,embora não soubesse porque se sentia dessa maneira.

Os dias vão passando, e Paulo começa a frequentar sua casa. Suas longas conversas com Bia vão ficando raras.

Percebe que não gosta das caricias de Paulo, mas não tem coragem de falar para ele. Paulo cada dia mais apaixonado, não percebe a frieza da namorada.Luiza. Confusa com suas idéias, fica quieta pensando em sua vida, e percebe que nos seus pensamentos sempre vem a imagem de sua amiga Bia.

Bia estranha a ausência de sua amiga e fica caminhando sozinha pelas ruas de Alegrete. Certo dia vai a um rodeio, e encontra Luiza e Paulo. Vai ao seu encontro, cumprimenta os dois, e ficam ali conversando. Percebe que Luiza não para de olhar para ela profundamente e nota que fica corada com essa situação.

Bia envolve-se com seus eventos na escola, e percebe que sente a falta de sua amiga, que hoje já não fica depois do horário para ajudar nas tarefas da aula.

Meses se passaram, e as duas só se viam na escola. Não mais saiam.

Paulo entusiasmado com a beleza de Luiza a pede em casamento, e vai até sua casa. Lá chegando Luiza o recebe com o mesmo sorriso. Ele cheio de amor pede Luiza em casamento querendo marcar para breve o enlace matrimonial. Cada dia que passa Luiza sente uma tristeza enorme, que invade sua alma.

Reflete sobre o pedido de casamento, e nota que não esta feliz com essa situação, pois não deixa de pensar em Bia. Resolve ir a casa de Bia.

Vai rápido e chegando lá encontra Bia dormindo. Fica admirando aquele corpo maravilhoso, aqueles cabelos longos e sedosos, e um carinho todo especial começa a vir a tona. Sente no ar o perfume de sua amiga, que inebria seus sentidos. Fica ali contemplando-a. Quando Bia acorda, vê sua amiga ali perto, com uma cara de felicidade.

Sorri para sua amiga, e pergunta: "o que tu esta fazendo por aqui, sua desaparecida". Luiza não responde, pega sua amiga, e lhe dá um beijo demorado sentindo que é correspondida. Ficam ali abraçadas, fazendo carinhos uma na outra sem se dizerem nada.

As horas passam, e não percebem, pois estão tão felizes, que parecem ouvir violinos em sua volta.

Luiza então, desvenda o mistério que até ali estava, pois pensava muito em sua amiga. Só não sabia que estava dentro do seu coração um carinho todo especial por Bia. As duas ficam conversando sobre o assunto. Luiza está feliz com sua amiga, ainda mais que Bia corresponde ao seu amor.

Bia confessa que já gostava de Luiza, mas não tinha coragem de confessar esse amor por ela, ainda mais que a outra estava namorando, então procurou ficar quietinha, na dela sofrendo calada.

Luiza então diz que vai contar à Paulo, que não ama ele, pois esta apaixonada por sua amiga.

Volta para sua casa, e o encontra falando com seus pais. Respira fundo, e diz à Paulo, que quer lhe falar.

Os dois vãos para a varanda, e Luiza conta o ocorrido. Paulo, agora triste com a situação comenta que tinha notado a frieza de sua namorada. Se despedem e ele parte triste, não retornando mais a sua casa.

À noite chega,e seus pais querem saber o que houve com eles. Luiza então encara seus pais, e diz a verdade: estou apaixonada por Bia, e ela também me ama. Estamos felizes.

Seus pais a olham e dizem: filha não é fácil este sentimento que estás sentindo por sua amiga. Mas se tu é feliz nós te apoiamos. Porque te amamos, e será sempre a nossa menina.

Os três se abraçam felizes.

Luiza corre, e liga para Bia contando sobre o que havia acontecido, e que contou também para sua família.

Marcam um encontro ao Luar.

Chegando lá as duas se abraçam e se beijam livremente selando assim o amor das duas.

 

AMOR DIFERENTE

 

Esta é mais uma história que irei relatar sobre um amor diferente.

Eram duas amigas, que participavam de viagens, festas da universidade, e queriam apenas aproveitar aqueles momentos divinos da juventude.

Passeavam por entre as praças da cidade, gostavam de fazer longas caminhadas, e sabiam fazer das pequenas coisas, um mar de rosas.

Naqueles tempos a juventude sabia o que queria. Reivindicavam seus direitos.

Os anos passaram. E as duas continuavam felizes, pelos caminhos da vida, sem entender aquele querer diferente.

A vida tomou rumos diferentes, e cada uma seguiu sua caminhada. Uma seguiu o rumo das Letras, e tornou-se uma escritora que dividia seus dias entre livros, saraus poéticos, e muita leitura, e a outra foi levada pelo tempo.

Os anos continuavam passando, e esquecida ficou aquela amizade tão querida.

Outras pessoas foram acontecendo nas vidas, e entrelaçando os caminhos das duas. Longos vinte e dois anos passaram, e hoje, elas foram colocadas uma frente a outra, com seus destinos já traçados.

Bebel tem uma filha, pois se casou logo depois de terem se separado e hoje divorciada revê a amiga da juventude e encanta-se com seu carinho. ( Bebel casou-se e teve uma filha. Hoje está separada. E logo depois do seu divórcio, reencontra a amiga de juventude, e encanta-se, com seu carinho.) Daquele momento em diante elas procuram viver seu apelo emocional, e entregam-se a paixão.A filha de Bebel, nada sabe daquela relação homo-afetiva de sua mãe.

Elas procuram saciar o desejo sem frescura alguma, e entregam-se totalmente ao amor.

Seus olhos buscam-se cheio de excitação, e deixam a vida uni-las nesse caminho sem volta.

No silêncio das madrugadas deixam exalar a paixão vinda dos seus corações.

Nas manhãs geladas, do inverno gaúcho, amanhecem sobre os edredons, saciadas desse amor.

Nádia encanta-se com o amor, e carinho de Bebel, e resolvem morar juntas. Só que ainda precisa contar à filha sobre sua relação.

Os dias vão passando, e Bebel ainda não tem coragem de abrir-se com sua filha, sobre o amor por sua amiga.

Até que um dia, sua filha pergunta sobre sua amiga:

- Mãe... posso perguntar sobre a Nádia?

- Claro filha!

- Bem... mãe ... sinto que a Nádia é uma amiga especial para você.

Gosto muito dela, e sei que ela só te faz bem.

Bebel fica sem saída, e volta-se para a filha e diz:

- Filha... me desculpe não ter falado antes, mas a Nádia é mais do que uma amiga. Tenho uma relação de amor com ela, e eu estava com medo de te contar.

- Puxa mãe!! Pensei que tínhamos uma relação legal. Eu aceito esse amor de vocês. Acho muito lindo esse carinho, que vocês duas têm uma pela outra. Convida ela para vir morar conosco quero dividir esse amor.

As duas abraçaram-se, chorando de emoção, pois a mãe percebe, que soube criar sua filha.

Bebel sai de casa, e vai para o apartamento de Nádia, e fala que sua filha já está sabendo de tudo, e aprova sua relação.

Nádia surpreende-se, e fica muito emocionada. Bebel então a convida para ir morar com elas.

- Claro que aceito esse convite é a coisa que mais eu queria, poder levantar ao teu lado desvendar teus mistérios nas noites de luar.

Naquela noite parece que o mundo conspirou para aquela união, e ouve-se ao longe, uma doce melodia.

Hoje as duas amigas vivem seu amor compartilhando esse doce querer, com sua filha, que hoje tem duas mães carinhosas, que só sabem Amar!

Assim termina essa doce história, AMOR DIFERENTE. Que mostra ao mundo, essa relação de amor, que existe, e deve ser respeitada. Temos que acabar com o preconceito, que ainda insiste em acontecer.

DEIXE O PRECONCEITO DE LADO, VAMOS RESPEITAR AS PESSOAS!

 

NÓS DUAS E O MAR!

 

Quarta-feira. Dia frio. Chegamos a Capão da Canoa, para visitarmos o mar, e os amigos que lá moravam.

Na beira do mar, foi o primeiro local que descemos para vermos a beleza da praia e as ondas. Ficamos um bom tempo por lá olhando, e descansando da longa viagem. Sisi ainda cansada, quis esticar aquelas pernas lindas, então foi caminhando pela areia úmida. Eu fiquei observando aquela beleza morena, se dirigindo para o mar.

As ondas vinham para perto dela, e molhavam seus pés. E lá ficou vários minutos brincando, e me chamando, para eu ir brincar também.

Resolvi encarar a água, e fui direto pra ela. Ao me aproximar Sisi atirou um pouco de água para cima de mim, gostei da brincadeira e fiz o mesmo. Caímos na brincadeira, e nossas camisetas ficaram molhadas e transparentes. Avisto aqueles seios deliciosos, que aparecem ..fico olhando aquelas curvas, que me provocam. Vou em direção a Sisi abraçando-a e beijando-a com toda emoção daquele momento.

E nos amamos ali mesmo, naquela areia úmida, apenas com o mar como nossa testemunha.

Saímos de lá toda suja, e fomos para nosso hotel, chegando lá os funcionários ficaram perplexos conosco. Sujas de areia e molhadas. Falamos que o carro havia estragado na beira da praia, e tivemos que empurrar. Fomos para nossa suíte e tomamos um banho quente e pedimos algo para comer, já que ficaríamos por lá mesmo. Nosso lanche chegou, comemos, e ficamos na cama, no colo uma da outra. Adormecemos.

Pela manhã ao acordar vimos, que tinha sol, e saímos para tomar nosso café. Pegamos bolo,frios,sanduíches e alguns canapés e tomamos suco e saímos para passear. Resolvemos caminhar no centro de Capão para visitarmos algumas lojas que estavam abertas naquela época do ano. Já tínhamos marcado de almoçar na casa de uma amiga, que morava no centro. Mas tínhamos que fazer hora para irmos para lá. A cada instante nossos olhares se encontravam e sorríamos de felicidade uma para a outra.

Afinal chega a hora do almoço, e vamos para a casa das amigas, que também são casais como a gente. Na frente da casa tem um jardim com coqueiros lindos e que enfeitam a casa. A porta abre, e Vivian sorri ao nos receber avisando, que Flavia já vem. Entramos, nos abraçamos. e nos dirigimos para a linda sala de estar, de frente para o mar.

A casa é aconchegante, com sala ampla, e piscina no pátio de frente para o mar, nossas amigas agora aposentadas moram em Capão. Abandonaram a metrópole pela calma do mar, pois Flavia é pintora, e lá ela encontra inspiração para pintar suas telas, que são conhecidas no mundo todo.

Flavia adentra a sala sorrindo e diz brincando com suas amigas: "danadas por que não quiseram ser nossas hospedes?."

Então Letícia fala: "- Amigas... não queremos tirar o sossego de vocês, e gostamos de não ter horário para nada, já que estamos de férias."

Tudo bem, mas que bom que estão aqui, agora conosco. Estou fazendo um churrasco de cordeiro, pois sei que Sisi gosta.

Oba, amo cordeiro.

Ficamos ali conversando, e ouvindo música, enquanto Flávia estava na churrasqueira do lado de fora na área.

Vão tomando drinques, acompanhados por petiscos trazidos pela empregada, enquanto o churrasco não fica pronto.

Trocam informações sobre Cultura, Economia e outros assuntos.

Flavia volta para a sala, e chama as amigas para almoçarem.

Deixam as taças na mesinha da sala, e vão para a sala de jantar , que já está arrumada.

Ao fundo uma música para acompanhar tão sofisticado almoço, e companhias.

O almoço está perfeito! Tudo muito bom e, a sobremesa dos deuses.

Almoçamos , saímos da sala e fomos para a sala de jogos onde foi servido o café. Ficamos por ali algumas horas batendo papo e rindo da própria vida.

O dia passou, e chega à hora de irmos embora. Nos despedimos de nossas amigas e saímos.

Letícia dirigia, e Sisi ia conversando e pegando alguns CDs para escutarem enquanto o carro deslizava mansamente pelas ruas daquela cidade encantadora.

No hotel sobem para sua suíte e pegam seus maios e vão para a piscina térmica, e notam que não tem ninguém, pois nesta época os hotéis são completamente vazios.

Procuram nadar e ficam ali por um bom tempo se beijando, se acariciando dentro d'água

Saem dali , voltam para o quarto e vão juntas para o chuveiro.

Letícia contempla sua amiga desnuda a sua frente, e a beija todinha levando-a a loucura, que solta gemidos de prazer, que igualmente ela também corresponde. A cama esta arrumada e as duas caem por cima dela e se amam lindamente.

Depois do amor, corpo cansado adormecem juntinhas.

Pela manhã Letícia pede café no quarto, e que venha com uma rosa vermelha.

Assim chegando o café ela acorda sua bela amiga, e a convida para tomar o lanche matinal juntas.

" - Bom dia, meu amor. Quero dizer que és a pessoa mais importante em minha vida e contigo quero viver para sempre."

Sisi responde:

- Bom dia, minha querida amiga. Eu também te amo e amarei para sempre.

Tomaram o café e foram fotografar os pássaros, que naquela época aparecem por ali.

Fotografaram, e entre um beijo e outro foram deixando o tempo passar.

O dia estava fresquinho e as duas com Jens e coletes caminhavam pela areia de mãos dadas como se nada na vida fosse proibido para elas.

Passaram suas férias tirando fotos, visitando amigos, e curtindo o aroma e o sabor do mar com suas delicias da culinária.

Chega o dia de ir embora, e suas amigas vão ao hotel para se despedirem e Flavia lhes entrega uma tela de Capão para elas.

Ficam fascinadas por aquela paisagem.

Agradecem e se despedem dizendo, que nas próximas férias voltarão para Capão da Canoa.

Assim, termina nossa história, de duas mulheres que sabem viver e amar, apesar de muitas pessoas discriminarem essa forma de amar.

"Toda maneira de Amor vale a pena".

 

REENCONTRO DE NÓS DUAS

 

Meados de 2008, inverno na rodoviária de minha cidade natal. Encontro minha amiga que há muitos anos não via.( Meados de 2008. Inverno. Encontro na rodoviária, de minha cidade Natal, uma amiga, que não via a muitos anos.) Ela toda sorrisos, e meu coração batendo mais forte pela proximidade. Desci do ônibus, e fui ao seu encontro cheia de alegria, mas ao mesmo tempo nervosa. Abraços foram trocados, e percebi a ansiedade que nós duas estávamos. ( Percebi nossa ansiedade, enquanto trocávamos abraços.). Fomos para o estacionamento, e percebi que tínhamos o mesmo carro. (mas) Minha amiga, muito falante me contagiava com aquela fala mansa, com uma voz meiga.

Chegamos em sua casa e, ao fechar a porta, ela veio em minha direção e, me deu um suave beijo, que correspondi com paixão. Senti que ali eu ficaria, pois começou a nascer um sentimento todo especial por esta amiga. Passamos os dias juntas, trocando delícias de carinhos. Nunca imaginei sentir, todo esse sentimento por essa amiga do Rondon. Fui correspondida por inteiro. Ela confessou ter ido em minha casa, no passado se declarar pra mim, mas lá encontrou outra pessoa, com quem eu estava na época. Falei que eu também havia sentido algo,mas não comentei, porque pensei, que ela jamais seria de mulher. Esse era o meu grande segredo! E ela também escondia ,todos os seus pensamentos.

Ficamos falando por várias horas e, notei que o tempo passava e, a gente não percebia, tal era nosso encantamento. Daquele dia em diante não nos separamos mais. Passamos o verão juntas. Nosso amor, nosso fascínio é muito forte! Gosto dela, como se fosse a primeira pessoa em minha vida!

No mês de agosto, ela esteve na minha cidade e, aproveitamos para viajar e, curtir todo o tempo juntas. Hoje estamos separadas, mas será por pouco tempo. Nosso amor é maior, e temos todo o tempo do mundo, para viver esse sentimento!

Amo essa amiga, por sua meiguice, simplicidade e honestidade. Adoro ouví-la, pois a cada dia, que passa, ela tem muitos assuntos para contar.

Nossos olhares se encontram, e vivemos nosso amor a cada dia que passa.

Queremos viver esse sonho de amor com toda intensidade, pois ele nasceu em 1980, e hoje o sonho se realizou.

 

 

VERA LUCIA MARTINS SALBEGO - A professora e poeta gaucha Vera Salbego é formada em Letras pela PUC e pós-graduada em Psicopedagogia pelas Faculdade de Amparo - SP. PE autora de vários livros e tem participações em diversas antologias nacionais e internacionais, participando do Clube de Poetas Uruguaianenses, da Associação Gaúcha de Escritores e Membro Efetivo da Academia e Sala de Poetas e Escritores Virtuais, Poetas Del Mundo, Revista Paralelo 30 e tem diversos trabalhos publicados no Recanto das Letras. Em dezembro de 2006 foi agraciada em Porto Alegre com o Diploma Destaque Cultural pelo Jornal Revolução Cultural do Escritor Benedito Saldanha. Também edita o blog Vera Salbego.

 

 

AMIGOS

 

                                                                  

Los amigos son socios.

De nuestra alegría

De sadnesses

De la tabla de la barra

Del chimarrão

Caminados

De nuestras afinidades.

Los amigos son ésos

Eso adentro les dan pelea

Cuando nosotros erramos.

En ellos los miran profundamente

E sabe...

Para sentir nuestra alma.

Compactuam

Nuestra existencia

E vibra

Con nuestras victorias.

¡Los amigos son amigos están solos!

Los amigos no son parientes

Son almas

Para compartir nuestros sueños,

                                                      Amors.

Los amigos son ángeles

                            Que habían venido

                                               Para estar siempre a nuestro lado

                                                                                                   ¡En la protección de ellos!!

                                                                                                    ¡Por lo tanto son amigos

 

 

Nas sombras dos jacarandás

 

 

No ritmo da poesia

No ritmo da emoção

Fiz minha estréia

Na Praça Cultural

50º Feira do Livro de Porto Alegre.

 

Vi o sonho de outrora

Se realizar.

Na espera do tempo.

Desnudei a magia

Da palavra.

Que agora em livro

Trago VITRINE DO CORAÇÃO.

Para ser apresentado

Ao mundo mágico da Literatura.

 

A cortina se abre para a poetisa

Apresentar sua obra.

Mostrar os mistérios da poesia

Que se desnudam do tempo

Para chegar ao presente, agora!

 

No perfume que exala

Dos jacarandás em flor.

Nasce uma poetisa.

Manifestando sua arte.

Para o mundo de leitores.

 

Vera Salbego

 

D.A.Reservados do Livro Caminhos

QUANDO EU MORRER

 

 

 

 

QUERO DEIXAR MEUS VERSOS

NA BOCA DO VENTO

E RIR DA MORTE

EM TODOS OS VERSOS MEUS.

 

 

QUANDO EU MORRER...

NÃO QUERO TRISTEZAS.

E SIM, UM GRANDE.

SARAU POÉTICO.

A CANTAR OS VERSOS MEUS.

 

QUERO SER LEMBRADA

PELA POESIA

E LEVADA PELO VENTO

NA BOCA DO TEMPO.

 

NESSE DIA, QUERO MUITO SOL.

A ILUMINAR MINHA PARTIDA.

NO AR, APENAS A SINFONIA.

DA POESIA,

                    EXALANDO NA BRISA DO TEMPO.

                    TODA POESIA QUE IMORTALIZADA FICOU!

 

 

VERA SALBEGO.

TERRINHA AMADA...

 

 

 

Oh!Que saudade eu sinto.

Da minha terra amada

Onde nasci.

 

Terra de todos os sonhos

Terra de meus amores.

 

Onde o Rio Uruguai

Desliza fazendo divisa

Com a Argentina.

Banhando a terra querida.

 

Terra, Uruguaiana.

Terra de grandes poetas.

Terra de minhas origens.

 

VERA SALBEGO

RESPEITE OS DIREITOS AUTORAIS

Homenagem a Uruguaiana RS

 

http://verasalbego.zip.net

 

 

CASA AMALDIÇOADA

 

 

 

 

         Em meado de 1972, numa cidade do interior gaúcho morava uma família composta por nove pessoas: pai, mãe e quatro filhos homens e três mulheres.

         Era uma família de classe média, e seus filhos frequentavam bons clubes, e escolas. Somente o pai sustentava a casa.  Nas férias costumavam viajar para visitar parentes em outras cidades.

         A casa sempre estava com visitas, que vinham de vários lugares. Até o padre da Paróquia local costuma vir para os almoços de domingo daquela família de descendentes italianos

         Os dias transcorriam tranquilos,e os anos se passavam sem nenhuma modificação, família italiana barulhenta como todas as outras, mas normal.( Os anos passavam, sem nenhuma modificação: os dias transcorriam tranqüilos, normais, naquela família de barulhentos italianos.)

         O chefe da família ia adquirindo seus bens, e tornando-se mais um membro da sociedade local, freqüentando as reuniões com a elite da cidade. Destacava-se em sua profissão, e era muito conhecido naquela pacata cidade do interior. Muitas amizades eles faziam, e o sobrenome  era reconhecido nas altas rodas.

         Os filhos iam crescendo e tomando seus rumos com a ajuda do pai, pois cada um queria ter seu próprio negócio. Os dias e anos iam passando, e a vida começou a mudar. Os filhos homens, hoje adultos, foram criando problemas financeiros, e o pai tinha que saldar as dividas, para não ficar com o nome sujo na praça. Assim, a medida que o pai ia pagando os prejuízos financeiros, causados pelos filhos homens, essa família ia perdendo o poder financeiro  

         Os filhos homens fechavam bordeis da cidade, pagavam bebidas aos amigos, gritando, que naquela noite eles estavam financiando as bebidas. Transcorriam os dias e meses, e o pai, agora, preocupado com os filhos, e com as dividas que continuavam  chegando, a toda hora, começou a ficar doente.

         As filhas mais velhas foram casando e constituindo novos lares.   Restava a caçula, que estudava e gostava de ler e escrever. Passava seus dias sempre envolvida  com livros, dando aulas para suas bonecas. Não percebia o que estava acontecendo a sua volta.  vivia sua vidinha de menina, num mundo de fantasias.

         Estudava num colégio de freiras, que era  a melhor escola da cidade, naquela época, e aos domingos gostava de frequentar o cinema com suas amigas. Ia na igreja matriz da cidade, aos domingos pela manhã, e após voltava para casa para o almoço de domingos. Agora já não recebiam tantos convidados para almoçar, mas mesmo assim a melhor louça de porcelana, acompanhadas das taças de cristais era colocada sobre a mesa.  Essa família sempre primou pelo bom gosto à mesa.

         Os filhos homens também foram constituindo família, reduzindo assim a grande família, agora apenas a filha menor que hoje é adolescente, e aos pais..

         O pai ainda pagava dividas dos comércios dos filhos, que corriam à ele, para ajudá-los. Sendo, assim o pai agora mais velho, já não tinha tanto dinheiro, e também seus créditos estavam acabando, restando as terras herdadas dos seus avós, para vender.  E assim foi feito!

         Em meados de 1972 restava, agora, somente sua casa, no centro da cidade, para ser vendida para quitar as divida dos filhos.

         Foi aí que tudo começou: a filha adolescente, observava tudo sem se manifestar. Até que um dia chega o futuro comprador, e ela lança uma maldição para aquela casa!

         Dali em diante, todo o morador daquela casa não ficaria morando muito tempo por lá, pois coisas sinistras aconteciam à noite. Quando os moradores iam dormir. portas e janelas se abriam, sem ninguém abri-las .Ouviam-se vozes nos corredores, e no pátio ouviam-se caminhadas, e gargalhadas pelos cantos da casa.

         Desta forma, as pessoas não permaneciam muito tempo por ali. A casa foi colocada a venda e muitas pessoas passaram por ela.

         Longos anos se passaram, e agora adulta, aquela menina do inicio da história entra novamente na sua antiga casa, agora como proprietária. Olha em volta e sorri pois aquela linda morada era unicamente dela.

         Abre as janelas, e procura por todos os cantos vestígios dos velhos e bons tempos de sua infância feliz.

         E promete para si mesma, que nunca irá se desfazer daquele patrimônio que seu pai construiu. Hoje, seus pais já não existem mais, e ela quer tornar aquela casa o símbolo de seu amor, pelos pais.

         Manda pintar a casa, plantar flores nos antigos jardins, nos pátios de inverno e verão e também cuidar o grande pátio, onde tinham plantações de uva.

         A casa amaldiçoada voltou a brilhar com sua proprietária, que hoje abre as portas da casa para receber intelectuais envolvidos com a cultura da cidade.

         A caçula da família tornou-se uma grande escritora de sucesso Nacional, e Internacional. E a casa voltou a ser a referência da cidade, sempre aberta para os amigos e novas amizade.   Assim termina a Maldição da casa.

 

Vera Salbego

http//verasalbego.zip.net

 

CAZU A MENINA AZUL

 

CAZU A MENINA AZUL

 

         Era uma vez num lugar muito distante, havia uma menina que queria estudar, mas seus pais eram tão pobres, que não tinham dinheiro para levá-la a escola.

         Os dias foram passando, e Cazu ainda triste,  com vontade de aprender ia levando seus dias com todas as brincadeiras infantis.

         Na comunidade onde ela morava havia várias crianças que passavam os dias sem nada para fazer, apenas vendo as outras indo para escolas particulares. Sua mãe lavava roupa para fora, e ia naquelas mansões do centro da cidade levar as roupas. Certo dia sua mãe a convidou para ir com ela entregar os pacotes de roupas.E ela foi feliz da vida.Chegando lá encontrou crianças bem vestidas brincando com bonecas maravilhosas, e ela ficou de longe apenas olhando aquelas meninas.

         Sua mãe a convida para irem embora, e ela vai pensando naqueles brinquedos, que nunca tinha visto. Sua imaginação fica a mil, e ela agora fantasia sobre aquela casa e aquelas crianças.

         Os meses foram passando e Cazu pensava sobre aquele dia em que viu aquelas meninas brincando com lindas bonecas de porcelana. Ela imaginava que nunca poderia ganhar aqueles brinquedos caros.

         Certo dia sua mãe é chamada aquela casa pela dona, que lhe oferece brinquedos dos seus filhos alegando que às crianças não querem mais e estão atrapalhando na casa. Dona Rita agradece e fica feliz em levar os brinquedos para seus filhos. E vai para sua casa levando os pacotes. Chegando lá, as crianças correm em sua direção.

         - Crianças olhem o que eu trouxe para vocês.

         Ela larga os pacotes e as crianças desembrulham ansiosos para verem o que tem dentro deles.

         - Mãe, isso é uma boneca?

         - Claro filha! Ganhei daquela senhora da mansão.

         - Minha nossa quantos brinquedos, que legal.

         Assim as crianças ficaram felizes pelo resto da semana.             Os dias foram passando e a vida continuava a mesma. Cazu agora um pouco feliz com a boneca nova percebia que algo não andava bem em sua casa.

         Ela via seu pai andando triste conversando baixinho com sua mãe. Eles se calavam ao perceberem que os filhos se aproximavam.

         Um dia, toda sua vida  iria mudar.

         Certa manhã ouviu choros, resolveu levantar-se, chega à sala, e vê alguns vizinhos abraçando sua mãe, e falando que tudo isso vai passar.

         Curiosa fica por perto para saber o quê esta acontecendo. Então ouve alguém falar que seu pai sofreu um acidente no centro da cidade. Parece que seu mundo caiu .

         Sua mãe sai rápido para o hospital levada pelos vizinhos e chegando lá já é tarde seu esposo não aguentou a cirurgia, e faleceu. Ela então não sabia como faria para contar aos filhos.

         Em casa Cazu estava triste e não sabia que seu pai já tinha falecido, quando chega sua mãe chorando e a abraça e fala.

         - Filha seu pai não aguentou a cirurgia e faleceu.

         - Como mãe?

         - Seu pai andava doente e a gente não queria preocupar vocês, mas hoje ele foi atropelado por um carro. Agora quero ver como vamos fazer para enterrá-lo. Não temos dinheiro em casa e nossos vizinhos também são pobres e não sei a quem pedir dinheiro emprestado.

         Cazu então se coloca a rezar e pede a Deus que as ajude naquele momento triste.

         Sua mãe sai, e vai em busca de ajuda para poderem fazer o enterro de seu pai. Procuram assistência social do município para ajudá-las.

         Assim conseguem fazer a cerimônia fúnebre e despedem-se de seu pai.

         Fica uma lacuna em seu mundo infantil: a falta de seu querido pai.

         Os dias passam, e sua mãe agora uma mulher triste, batalhadora, tem que trabalhar dobrado para sustentar seus filhos Cazu e Paulo.

         Anda cansada de tanto trabalhar e vê seus filhos cada vez mais sozinhos dentro de casa. Sabe que são crianças e pede aos vizinhos para ajudarem a cuidar deles.

         Numa das casas onde ela trabalha os patrões são pessoas boas, que perguntam sobre seus filhos.

         - Eles estão bem. Preocupam-me porque eles ficam sozinhos e tenho medo que algo venha a acontecer com eles.

         A dona da casa então responde:

         - Rita porque você não os traz um dia desses?

         - Posso?

         - Claro,querida nós não temos filhos e adoraríamos conhecê-los.

         Então certo dia dona Rita veste seus filhos com a melhor roupa e dirige-se para a mansão.

         Chegando lá as crianças são bem recebidas, e ficam a vontade. Os donos da casa apaixonam-se pelas crianças e conversam com eles animadamente. Ficam impressionados com a desenvoltura de Cazu, que fala à eles de seu sonho de estudar.

         Os dois se olham, e voltam a conversar com aquela doce menina.

         A tarde passa rápido e eles vão embora.

         O casal então volta a conversar sobre a menina, e ficam falando do sonho, que a menina tem, de estudar.

         Resolvem perguntar no outro dia, para Rita, se eles podem adotar a menina, para pagarem os estudos dela, e ainda irão passar uma mesada para ajudarem na criação de Paulo.

         A noite chega depressa, e Rita vai até a cozinha para fazer um lanche para eles. Percebe que ali não tem muita comida ... chora entristecida.  As crianças comem e adormecem cansadas daquele dia maravilhoso.

         De manhã cedo Rita beija seus lindos filhos, que ainda dormem, e vai para o trabalho.

         Pega sua condução para ir ao centro da cidade e seus pensamentos voam, ela entende, que precisa pegar mais uma residência para limpar, pois o dinheiro está pouco.

         Quando chega à mansão ela vê seus patrões esperando por ela para conversarem.

         - Rita! Estivemos conversando, ontem à noite, sobre você  e seus filhos e gostaríamos de perguntar se darias tua filha para a gente criá-la. Nós daríamos uma pensão para teu filho para que você não precisasse sair de casa. Pensa com carinho, não queremos adotar com papel passado, apenas ajudar a Cazu em sua formação. Vais continuar a vê-la o quanto quiseres. Acredite a gente quer apenas te ajudar. Quem sabe tu vem morar aqui conosco e as crianças?

         Rita fica pensativa, e depois responde:

         - Preciso pensar a oferta é boa.

         Mas eu vou continuar cuidando da casa, por que ficar sem trabalhar não é comigo.

         - Claro se quiseres.

         Rita volta ao trabalho pensando sobre as ofertas, imaginando o que seus filhos irão falar sobre o assunto.

         À noite chega e Rita volta para casa.  Chegando lá, diz aos filhos, que precisa conversar com eles.

         - Crianças, preciso contar sobre um oferecimento, que  meus patrões fizeram para nós.

         Começou a falar e as crianças ficaram pensativas imaginando como seria a vida naquela mansão.

         Cazu então percebeu, que a oferta seria legal, pois assim ela poderia estudar naquela escola particular da cidade, visto que não havia escola pública naquele lugar. Seria maravilhoso!!   Cazu, agora com sete anos diz:

         - Mãe eu acho legal, pois só assim irei para a escola e o mano e vocês vão morar bem. Você não precisa trabalhar demais. Vamos tentar mãe!

         Eles então começam a arrumar as coisas, para levar para a mansão (lógico, apenas seus pertences pessoais).

         Rita chama seus vizinhos e distribui a eles suas mobílias e vende sua casinha de madeira.

         Pegam um carro de corrida, para chegarem àquela mansão dos jardins, e os donos, agora amigos, os recebem de braços abertos.

         Daquele dia em diante suas vidas mudaram para melhor.

         Cazu agora frequenta a escola, tem novos amigos, e está feliz.

        Aquela mansão já não é mais a mesma agora tem vida; as crianças trazem luz às vidas daquelas pessoas, que moram lá.

         Até que um dia Cazu ouve de uma colega que ela tem sangue azul. Então ela pergunta por quê?

         A menina responde:

         Por que você é filha daquela família rica, e eles têm sangue azul.

         Assim Cazu fica deveras orgulhosa, pois daquele dia em diante dirá à todos que tem sangue azul.

         Os dias foram passando e a família cada vez mais feliz vivia radiante com aquelas crianças sorrindo e cantando entre as flores do jardim.

         Cazu cresceu e formou-se em Arquitetura. Faz planos para criar um Projeto de Construção de uma Escola Pública na vila onde ela morava, realizando, assim o sonho de levar muitos jovens a estudar, e serem alguém no futuro.

         Assim viveram felizes para sempre!

 

Vera Salbego

 

Nodos y el mar

 nodos y el mar!

 

 

 

Miércoles. Día de frío. Obtuvimos el Capão da Canoa, visitar el mar y los amigos que vivían allí.

La playa fue el primer lugar que fuimos a ver la belleza de la playa y las olas. Estuvimos un buen momento sobre allí mirando y desde el largo viaje de descanso. Sisi aún cansado, quería estirar las piernas hermosas, luego fue caminando por la arena húmeda. Yo estaba mirando a esa belleza Morena, hacia el mar.

Las olas se acercaba a ella y molhavam los pies. Y permaneció allí varios minutos jugando y llamar a mí, porque me voy jugar también.

He decidido tratar el agua, y fui directamente a ella. Al acercarse a Sisi volleyed un poco de agua a través de mí, disfruté el juego y hizo lo mismo. Caer en el juego, y nuestras camisetas eran húmedo y transparente. Yo atrapar los pechos deliciosos, que aparecen... Estoy mirando de esas curvas, que me provocan. Vaya hacia Sisi abraza y besa les con cada emoción de ese momento.

Y ahí, amamos esa arena húmeda, acaba con el mar como nuestro testimonio.

Allí dejamos todo sucios y fuimos a nuestro hotel, obtener empleados allí estaban perplejos nosotros. Arena sucia y húmeda. Hablar de que el coche se había deteriorado costera, y hemos tenido que empujar. Fuimos a nuestra serie y tomar un baño caliente y pedir algo de comer, ya que estaríamos allí. Nuestro snack llegó, comer, y estábamos en la cama, en el regazo de uno a otro. Adormecemos.

En la mañana al despertar vio, que tenía el sol, y tomamos nuestro café. Tomamos el pastel, fiambres, bocadillos y unos canapés y tomar jugo y salió a dar un paseo. Caminamos en el centro de capón a visitar algunas tiendas que estaban abiertos en esa época del año. Hemos tenido almuerzo en cuadro de marcado de un amigo, que vivió en el centro. Pero tuvimos que hacer tiempo para ir a allí. Cada momento que estábamos y sorríamos de la felicidad entre sí.

Finalmente llega a la hora del almuerzo y vamos a la casa de amigos, que también son parejas de cómo la gente. En frente de la casa tiene un hermoso jardín con palmeras de coco y verá la casa. La puerta se abre y sonrisas de Vivian como nosotros recibir advertencia, que ha llegado. Nosotros, nos abrazo. y nos condujo a la hermosa sala de estar, frente al mar.

La casa es acogedor, con amplio salón y la piscina en el patio frente al mar, nuestros amigos ahora retirados vivo en Capão. Abandonó la metrópolis por la calma del mar, porque Flavia es un pintor, y allí ella encuentra inspiración para pintar sus lienzos, que son conocidos en todo el mundo.

Flavia penetra más profunda en la sala riendo y jugando con sus amigos, dice: "dañó casas por que no quieren ser nuestros huéspedes?."

A continuación, Letícia habla: "-amigos... no queremos tener la tranquilidad de ustedes, y no tenemos tiempo para nada, ya que estamos de vacaciones".

Está bien, pero qué bueno que está aquí, ahora con nosotros. Estoy haciendo un barbacoa cordero, porque sé que le gusta Sisi.

OBA, amor cordero.

Allí estábamos hablando y escuchando música mientras Flávia estaba en barbacoa fuera en el área.

Bebida vaya, acompañado de refrigerios traídas por empleados, mientras que la barbacoa no está listo.

Intercambio de información sobre cultura, economía y otros temas.

Flavia de nuevo a la sala y los amigos para almoçarem las llamadas.

Dejar la habitación en tazones, de descanso y de ir en el comedor, que ya es estibado.

La música de fondo para acompañar el almuerzo, tan sofisticado y las empresas.

Almuerzo es perfecto! Todo muy bueno y el postre de los dioses.

Hemos tenido almuerzo, nos salió de la sala y se dirigió a la sala de juegos donde se servía café. Nos quedamos allí unas horas charlando y sonrientes de la vida misma.

El día pasa y llega a tiempo que lo llamamos. Nos despedimos a nuestros amigos y nos dejó.

         Letícia dirigia, e Sisi ia conversando e pegando alguns CDs para escutarem enquanto o carro deslizava mansamente pelas ruas daquela cidade encantadora.

         No hotel sobem para sua suíte e pegam seus maios e vão para a piscina térmica, e notam que não tem ninguém, pois nesta época os hotéis são completamente vazios.

         Procuram nadar e ficam ali por um bom tempo se beijando, se acariciando dentro d'água

         Saem dali , voltam para o quarto e vão juntas para o chuveiro.

         Letícia contempla sua amiga desnuda a sua frente, e a beija todinha levando-a a loucura, que solta  gemidos de prazer, que igualmente ela também corresponde. A cama esta arrumada e as duas caem por cima dela e se amam lindamente.

         Depois do amor, corpo cansado adormecem juntinhas.

         Pela manhã Letícia pede café no quarto, e que venha com uma rosa vermelha.

Assim chegando o café ela acorda sua bela amiga, e a convida para tomar o lanche matinal juntas.

        " - Bom dia, meu amor. Quero dizer que és a pessoa mais importante em minha vida e contigo quero viver para sempre."

Sisi responde:

         - Bom dia, minha querida amiga. Eu também te amo e amarei para sempre.

         Tomaram o café e foram  fotografar os pássaros, que naquela época aparecem por ali.

         Fotografaram, e entre um beijo e outro foram deixando o tempo passar.

         O dia estava fresquinho e as duas com Jens e coletes caminhavam pela areia de mãos dadas como se nada na vida fosse proibido para elas.

         Passaram suas férias tirando fotos, visitando amigos, e curtindo o aroma e o sabor do mar com suas delicias da culinária.

         Chega o dia de ir embora, e suas amigas vão ao hotel para se despedirem e Flavia lhes entrega uma tela de Capão para elas.

         Ficam fascinadas por aquela paisagem.

         Agradecem e se despedem dizendo, que nas próximas férias voltarão para Capão da Canoa.

         Assim, termina nossa história, de duas mulheres que sabem viver e amar, apesar de muitas pessoas discriminarem essa forma de amar.

         "Toda maneira de Amor vale a pena".

 

         Vera Salbego

 

Nós duas e o Mar! Quarta-feira. Dia frio. Chegamos a Capão da Canoa, para visitarmos o mar, e os amigos que lá moravam. Na beira do mar, foi o primeiro local que descemos para vermos a beleza da praia e as ondas. Ficamos um bom tempo por lá olhando, e descansando da longa viagem. Sisi ainda cansada, quis esticar aquelas pernas lindas, então foi caminhando pela areia úmida. Eu fiquei observando aquela beleza morena, se dirigindo para o mar. As ondas vinham para perto dela, e molhavam seus pés. E lá ficou vários minutos brincando, e me chamando, para eu ir brincar também. Resolvi encarar a água, e fui direto pra ela. Ao me aproximar Sisi atirou um pouco de água para cima de mim, gostei da brincadeira e fiz o mesmo. Caímos na brincadeira, e nossas camisetas ficaram molhadas e transparentes. Avisto aqueles seios deliciosos, que aparecem .. fico olhando aquelas curvas, que me provocam. Vou em direção a Sisi abraçando-a e beijando-a com toda emoção daquele momento. E nos amamos ali mesmo, naquela areia úmida, apenas com o mar como nossa testemunha. Saímos de lá toda suja, e fomos para nosso hotel, chegando lá os funcionários ficaram perplexos conosco. Sujas de areia e molhadas. Falamos que o carro havia estragado na beira da praia, e tivemos que empurrar. Fomos para nossa suíte e tomamos um banho quente e pedimos algo para comer, já que ficaríamos por lá mesmo. Nosso lanche chegou, comemos, e ficamos na cama, no colo uma da outra. Adormecemos. Pela manhã ao acordar vimos, que tinha sol, e saímos para tomar nosso café. Pegamos bolo,frios,sanduíches e alguns canapés e tomamos suco e saímos para passear. Resolvemos caminhar no centro de Capão para visitarmos algumas lojas que estavam abertas naquela época do ano. Já tínhamos marcado de almoçar na casa de uma amiga, que morava no centro. Mas tínhamos que fazer hora para irmos para lá. A cada instante nossos olhares se encontravam e sorríamos de felicidade uma para a outra. Afinal chega a hora do almoço, e vamos para a casa das amigas, que também são casais como a gente. Na frente da casa tem um jardim com coqueiros lindos e que enfeitam a casa. A porta abre, e Vivian sorri ao nos receber avisando, que Flavia já vem. Entramos, nos abraçamos. e nos dirigimos para a linda sala de estar, de frente para o mar. A casa é aconchegante, com sala ampla, e piscina no pátio de frente para o mar, nossas amigas agora aposentadas moram em Capão. Abandonaram a metrópole pela calma do mar, pois Flavia é pintora, e lá ela encontra inspiração para pintar suas telas, que são conhecidas no mundo todo. Flavia adentra a sala sorrindo e diz brincando com suas amigas: "danadas por que não quiseram ser nossas hospedes?." Então Letícia fala: "- Amigas... não queremos tirar o sossego de vocês, e gostamos de não ter horário para nada, já que estamos de férias." Tudo bem, mas que bom que estão aqui, agora conosco. Estou fazendo um churrasco de cordeiro, pois sei que Sisi gosta. Oba, amo cordeiro. Ficamos ali conversando, e ouvindo música, enquanto Flávia estava na churrasqueira do lado de fora na área. Vão tomando drinques, acompanhados por petiscos trazidos pela empregada, enquanto o churrasco não fica pronto. Trocam informações sobre Cultura, Economia e outros assuntos. Flavia volta para a sala, e chama as amigas para almoçarem. Deixam as taças na mesinha da sala, e vão para a sala de jantar , que já está arrumada. Ao fundo uma música para acompanhar tão sofisticado almoço, e companhias. O almoço está perfeito! Tudo muito bom e, a sobremesa dos deuses. Almoçamos , saímos da sala e fomos para a sala de jogos onde foi servido o café. Ficamos por ali algumas horas batendo papo e rindo da própria vida. O dia passou, e chega à hora de irmos embora. Nos despedimos de nossas amigas e saímos.